Campanha de Oração Pela Segurança Pública

Escrito por  Ceifeiros Web Mai 30, 2018

 CGADB adere campanha de oração proposta pelo Ministério da Segurança Pública

Pela segunda vez em menos de 30 dias, o Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, reuniu-se com as lideranças religiosas do país, no dia 22 de maio, para propor o lançamento de uma campanha de oração em favor da segurança no país. O pastor Wellington Costa Junior, presidente da CGADB, foi representado no encontro pelo capelão Pr. Agostinho Gomes da Silva Filho, presidente do Conselho de Capelania da CGADB. A primeira reunião ocorreu no dia 30 de abril.

O pastor e capelão Agostinho Gomes esteve em Brasília acompanhado de sua esposa, Silvia Regina Gomes, assistente social e presidente do CONCAFE (Comitê Nacional de Capelania Feminina). Pr. Agostinho manifestou todo o apoio da CGADB à campanha de oração. “Daremos apoio irrestrito à campanha como primeiro passo para a estruturação e concretização das ações ora propostas”.

Durante a reunião, Pr. Agostinho fez sugestões ao governo.  “É necessário promover a normatização das ações da capelania nos presídios junto aos agentes, às autoridades de segurança e à comunidade, para que todo o nosso empenho e trabalho não se percam”, disse ele.

Ao término da reunião, as partes concordaram com a realização da campanha que ocorrerá em várias igrejas e grupos religiosos do Brasil, entre os dias 3 a 10 de junho. Dentro da proposta do ministro, a campanha contempla três eixos: oração, visitas e ações sociais:

  1. O primeiro eixo, oração, elenca os seguintes motivos: Por uma cultura de paz, de amor ao próximo e de valorização da vida; pelo fortalecimento e proteção das famílias; pelo consolo às vítimas da violência; pela transformação da mentalidade que leva ao crime; pelo fortalecimento dos valores e princípios de honestidade e solidariedade; pelos policiais, agentes e autoridades de segurança; pelos voluntários e capelanias; pela preservação e desenvolvimento da juventude; pela vitória no combate às drogas.
  1. O segundo se constitui na realização de visitas pela Segurança Comunitária de modo a incentivar os líderes de igrejas e comunidades religiosas a visitarem quartéis de polícias e de bombeiros militares e delegacias de seus bairros, e convidarem seus agentes a visitar e proferir palestras sobre segurança em igrejas, templos e espaços de culto.
  1. O terceiro: Divulgar e apoiar as ações sociais das igrejas e comunidades religiosas nas áreas de ressocialização dos egressos do sistema prisional, educação e trabalho de jovens e presos e apoio às famílias em comunidades frágeis do ponto de vista socioeconômico, com ênfase nos municípios com maior incidência da violência.
Última modificação em Terça, 05 Junho 2018 14:09

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